26.10.09
Longe de parecer deveras ansioso ou castastrofico, mas ando bem preocupado quanto ao meu futuro.
7.10.09
3.10.09
26.9.09
7.6.08
4.6.08
Da fragilidade
E hoje sou árvore sem tronco. Ele anda longe, longe. E eu queria ganhar um abraço e ouvir sua voz.
15.5.08
Do anti-americanismo
Ando assim meio arrasado no momento. Mas só no momento. Já já vou ser melhor que lixo de novo.
17.1.08
5.11.07
14.9.07
15.8.07
Curvas ascendentes.
De raiva. De amor. De mau-humor. De mimo. De birra. De não-entendo. De não-me-entendo. De não-sou-tão-bom. De felicidade. De casamento. De "-como-é-que-você-me-agüenta-?-". De bipolaridade. De "-eu-te-amo-". De trabalho excessivo. De stress e sorriso. De alegria. De abraço quente. De dormir juntinho. De suor e sangue. De medo e responsabilidade. De aperto. De final feliz ou feliz pra sempre?
19.7.07
Da luva
Ai, ai, Hermés...
"Não gosto de cobranças, das bancárias às pessoais. Não cobro, pois não devo nada a ninguém – intimamente falando. E nada consegue ser mais cristão que este eterno acerto de contas entre pessoas físicas e instituições falidas, jurídicas em sua mediocridade. Vivo meu saldo positivo e tem quem insista em me colocar no vermelho, além do meu limite. Acredito que nasci com cheque especial, e faço empréstimos a perder de vista quando vejo lá na frente a possibilidade de ser feliz custe o que custar.
Vou honrar minhas dívidas, mas não sei se mereço assinar suas promissórias. E não me sinto culpado por isso. Tenho crédito. Mais importante que ter dinheiro, é preciso ter credibilidade na praça – nem que seja na Benedito Calixto. Nome limpo, confiança. Dou minha palavra e ela há de valer muito mais que seus míseros trocados. Não lido bem com o sentimento de culpa, prefiro ignorá-lo e seguir adiante, solitário em minha convicção pagã."
"Não gosto de cobranças, das bancárias às pessoais. Não cobro, pois não devo nada a ninguém – intimamente falando. E nada consegue ser mais cristão que este eterno acerto de contas entre pessoas físicas e instituições falidas, jurídicas em sua mediocridade. Vivo meu saldo positivo e tem quem insista em me colocar no vermelho, além do meu limite. Acredito que nasci com cheque especial, e faço empréstimos a perder de vista quando vejo lá na frente a possibilidade de ser feliz custe o que custar.
Vou honrar minhas dívidas, mas não sei se mereço assinar suas promissórias. E não me sinto culpado por isso. Tenho crédito. Mais importante que ter dinheiro, é preciso ter credibilidade na praça – nem que seja na Benedito Calixto. Nome limpo, confiança. Dou minha palavra e ela há de valer muito mais que seus míseros trocados. Não lido bem com o sentimento de culpa, prefiro ignorá-lo e seguir adiante, solitário em minha convicção pagã."
25.5.07
14.5.07
Insensível.
Engraçado é que choro com propaganda de margarina, comédia romântica de gosto duvidoso ou mesmo quadros idiotas de programas de tevê. Mas pelos meus problemas - é incrível - não consigo derrubar uma única lágrima. Apesar dos olhos ressecados, o choro parece tão mais profundo...
30.4.07
21.4.07
6.4.07
16.3.07
Elementar, meu caro Watson.
É lógico que tudo é culpa do inferno astral. Como assim não percebi isso antes?!
12.3.07
4.3.07
2.2.07
Diluída ingenuidade.

Tive saudades de mim mesmo. Daquele que, há seis anos atrás, se contentava com pequenas coisas, se completava com felicidades singelas. Olhei para trás e no meio do trânsito me peguei sorrindo. Lembranças que massageiam o ego, mas também destroçam certezas. Vislumbrar o passado mais que mostrar o quanto se evoluiu aponta o quanto se mudou. E mudei muito. E não sei se pra melhor. Queria mesmo correr atrás das felicidades singelas daquele tempo, da ansiedade pela vida agora vivida - que agora não soa tão misteriosa -, das doces incertezas e pequenos caprichos. Mudei, admito. E me pego questionando o hoje. Toda e qualquer transformação bruta e indolor deveria definitivamente ser proibida. Quero meu ontem, quero meu eu. E viro adolescente pra buscar de novo.
.............................
"Vamos não chores
A infância está perdida
A mocidade está perdida
Mas a vida não se perdeu"
(Drummond)
17.1.07
7.1.07
27.11.06
Da causa e do efeito.
Porque o sofrimento está pressuposto até nos mais sujos prazeres. Há dias eu queria dizer isso. Mas para nossa sorte, existem felicidades singelas. O Bozo e seu carinhoso hábito, por exemplo.
13.11.06
Do quanto pesa a leveza.

Sou um móbile solto no furacão, diferente daquele, que tinha 15 anos e não sabia muito bem como conduzir certas coisas. Fato é que sou um móbile, daqueles que abriu mão do hermetismo por nele só encontrar sofrimento. Daqueles que substitui o oboé em noite cinzenta por neurolinguística autopreservativa. Não, não me engano. Sou o mesmo de sempre, os mesmos sonhos e vontades, a mesma preguiça para o convencional, o mesmo que fala mais que deve. Só que agora diferente. Com desejos mais objetivos. O ser-feliz pode estar simplesmente no "levar a vida mais leve". E foi em sonho que ouvi isso. Prestei atenção nas sensações singelas. O frio na ponta dos dedos num dia de vento gelado, a água da chuva levando consigo o que de sujo tinha em minha face, o barulho do silêncio, o amor de minha mãe. O amor pela minha mãe. Aí ficou tudo mais fácil. Caminhos mais abertos, vontades não-atendidas, anseios melhor compreendidos. A vida há de ficar mesmo mais leve.








